Embora o Ministério Público continue a apelar ao Judiciário para ressuscitar inquéritos já enterrados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), segue mantida a proibição para que promotores e procuradores usem provas da operação Vendilhões para incriminar o padre Robson de Oliveira, declarado inocente. Mesmo porque as provas da operação já foram destruídas.
Nessa sexta, o MP fez alarde com a autorização que recebeu para investigar, no âmbito cível, a Afipe. Mas a investigação não alcança quaisquer pessoas físicas e depende da eventual descoberta de indícios mais consistentes para avançar.
De acordo com decisão da juíza Placidina Pires de abril deste ano, as provas colhidas no âmbito da Operação Vendilhões devem ser destruídas. O MP-GO chegou a solicitar a utilização do material em investigações posteriores, entretanto, a defesa do Pe. Robson alegou que ele foi obtido de forma ilegal e esse foi o entendimento da justiça.
Vergonha. Essa Juíza mandou destruir as provas??? Se as provas fossem falsas, não haveria necessidade de serem destruídas. Entrariam para a história como "calúnias" inventadas contra o santo Padre. Me poupem... Deveria ser julgado e condenado como fazem com os cidadãos comuns. Mas ele tem a proteção da igreja, dos políticos...e por aí vai. "Lá vai o Brasil, descendo a ladeira".