O pastor Davi Passamani tomou a decisão irrevogável de renunciar ao cargo de presidente e líder da igreja ‘A Casa’, após ser acusado, pela segunda vez, de importunação sexual. A denúncia surgiu quando uma fiel apresentou prints de conversas comprometedoras, onde Passamani abordava explicitamente temas sexuais, incluindo perguntas íntimas e exibições inapropriadas durante chamadas de vídeo.
No comunicado oficial divulgado neste domingo (24), o religioso afirma que sua renúncia é em prol de preservar a integridade da Casa de Deus e cuidar de sua saúde e família. Em 2020, Passamani já havia enfrentado uma denúncia similar, mas o caso foi arquivado naquela ocasião.
A denunciante relatou que, após encerrar a chamada de vídeo em que o pastor exibiu seu órgão genital, ele persistiu em contatá-la por meio de ligações de áudio, incluindo gemidos perturbadores. Diante dessas ações, a vítima buscou auxílio policial, desencadeando uma notificação à Polícia Civil (PC), que afirmou estar ciente do caso, prometendo detalhes sobre a investigação em momento oportuno.
Esta não é a primeira vez que Davi Passamani enfrenta acusações desse tipo. Em abril de 2020, o Ministério Público ofereceu denúncia relacionada ao crime de importunação sexual, envolvendo outra frequentadora da igreja ‘A Casa’. Naquela ocasião, o pastor foi acusado de abordagens inapropriadas durante uma conversa, incluindo comentários sobre a vida sexual da vítima e relatos de sonhos íntimos.