Lewandowski pediu demissão ao chefe do Executivo na quinta-feira (8), no mesmo dia em que marcou os três anos dos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro. Uma das justificativas seria o possível fatiamento do ministério em dois: seria criado o Ministério da Segurança Pública.
Em sua página no X (antigo Twitter), o atual ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) e indicado para assumir uma vaga na Suprema Corte, Jorge Messias, declarou que sob a liderança de Lewandowski na pasta o órgão apresentou “propostas de reformas essenciais, que evidenciaram a sua habilidade em promover a união em prol de objetivos republicanos”.
“Desejo-lhe sucesso nos seus novos desafios. Esteja certo que a sua contribuição ao Brasil será sempre lembrada com gratidão e respeito”, escreveu.
