Com a saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça e Segurança Pública, ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) bem como integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) reagiram.

Lewandowski pediu demissão ao chefe do Executivo na quinta-feira (8), no mesmo dia em que marcou os três anos dos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro. Uma das justificativas seria o possível fatiamento do ministério em dois: seria criado o Ministério da Segurança Pública.

Em sua página no X (antigo Twitter), o atual ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) e indicado para assumir uma vaga na Suprema Corte, Jorge Messias, declarou que sob a liderança de Lewandowski na pasta o órgão apresentou “propostas de reformas essenciais, que evidenciaram a sua habilidade em promover a união em prol de objetivos republicanos”.

“Desejo-lhe sucesso nos seus novos desafios. Esteja certo que a sua contribuição ao Brasil será sempre lembrada com gratidão e respeito”, escreveu.